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Mercado

Segundo relatório produzido pela Boeing, o Current Market Outlook (CMO) de 2017, na análise do mercado latino-americano avaliado pelo estudo em US$ 250 bilhões, espera-se que, em até 20 anos, 3,01 mil novas aeronaves cheguem à região.

Seguindo a tendência global, esta nova frota seria majoritariamente de aviões de corredor único. As 2,6 mil unidades adquiridas aumentariam o share deste tipo de aeronave na América Latina de 79% para 84%. Seriam mantidas as porcentagens de aviões de fuselagem pequena (8%), com mais 210 unidades, e fuselagem médio/grande (1%), mais 20 unidades. Jatos regionais (de 6% para 4%) e cargueiros de fuselagem larga (de 6% para 3%) perderiam espaço, com 130 e 20 novas aeronaves, respectivamente.

Quando falamos sobre a aviação executiva, o Brasil representa, sozinho, 5% do mercado mundial de aviação executiva, ao passo que a América Latina como um todo representa 7%.

O setor gera riqueza
O setor também contribuiu com um valor agregado bruto de $25,1 bilhões para o PIB do Brasil. Gastos efetuados por turistas estrangeiros contribuíram com mais $7,8 bilhões em valor agregado bruto para o PIB do Brasil. Isso significa que 1,4 por cento do PIB do país é gerado pelo setor de transporte aéreo e por turistas estrangeiros entrando no país por via aérea. Os empregos mantidos pelo setor de aviação e o valor agregado bruto cresceram em 2014 graças à Copa do Mundo, realizada no Brasil.120 milhões de passageiros. Em 2014 empresas aéreas brasileiras e estrangeiras transportaram quase 120 milhões de passageiros em voos domésticos e internacionais.

1,6 milhões de empregos
É estimado que o número de empregos diretos, indiretos e induzidos gerados no Brasil pela aviação e setores correlatos, como aeroportos, serviços de terra e aeroespaciais, tenha sido da ordem de 1,2 milhões. Se adicionarmos o turismo, essa cifra chega a 1,6 milhões.

1,4% PIB Brasileiro
É avaliado que a cadeia econômica liderada pela aviação contribua em 1,4% do PIB brasileiro, gerado pelo setor de transporte aéreo e por turistas estrangeiros entrando no país por via aérea.

680 Aeronaves Comerciais
A frota de aviação comercial é de aproximadamente 680 aeronaves

1650 aeronaves executivas
A frota de aviação executiva é de mais de 1650 aeronaves

10 aeroportos concedidos a iniciativa privada
De 2012 a 2018 foram concedidos os aeroportos de São Gonçalo do Amarante (RN); Guarulhos (SP); Viracopos (SP); Brasília (DF); Galeão (RJ); Confins (MG); Fortaleza (CE); Salvador (BA); Florianópolis (SC); Porto Alegre (RS).

Programa Nacional de Desestatização 13 aeroportos em 2019
Os 13 aeroportos que serão desestatizados no primeiro trimestre de 2019 foram incluídos no Programa Nacional de Desestatização 13 aeroportos, que serão concedidos em blocos regionais: O bloco do Nordeste será formado pelos aeroportos de Recife/PE, Maceió/AL, Aracaju/SE, João Pessoa/PB, Campina Grande/PB e Juazeiro do Norte/CE. Outro bloco é o Centro-Oeste, com a concessão dos aeroportos de Cuiabá/MT, Sinop/MT, Barra do Garças/MT, Rondonópolis/MT e Alta Floresta/MT. Por fim, no bloco do Sudeste serão concedidos os aeroportos de Vitória/ES e Macaé/RJ.

R$ 8,5 bilhões em investimentos
A estimativa do governo para as próximas concessões é que os aeroportos recebam, no total, R$ 8,5 bilhões em investimentos.

Fontes: IATA, Oxford Economics, SAC, Boeing

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